Convidadxs

Conheça melhor os/as convidados/as do seminário e saiba mais sobre as campanhas que compõem a “Mostra das campanhas de enfrentamento à violência contra as juventudes”:

PARTICIPANTES

Douglas Belchior é formado em História pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), professor da rede pública estadual de São Paulo, além de educador e coordenador em cursos pré-vestibular populares. Também milita na União de Núcleos de Educação Popular para Negras/os e Classe Trabalhadora (UNEafro-Brasil). É editor do blog Negrobelchior, no portal da revista Carta Capital.

Eduardo Ribeiro se graduou em História pela Universidade Federal da Bahia (UFBA) e é professor da rede pública. Compõe a Rede Latino-Americana de Pessoas que Usam Drogas (Lanpud) e a Frente Estadual Drogas e Direitos Humanos da Bahia.

Fernanda Regaldo é cientista política, editora da Revista Piseagrama e integrante do GT de Mobilidade Urbana da Assembleia Popular Horizontal de Belo Horizonte.

Isabela Alves é estudante da Oi Kabum! Escola de Arte e Tecnologia e co-organizadora de diferentes saraus de poesia em Belo Horizonte e Região Metropolitana.

Larissa Borges é psicóloga e mestra em Psicologia Social pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). MC do grupo de rap Negras ATIVAS, também é educadora social e coordena a Articulação Nacional Juventude Viva, do Plano Juventude Viva.

Lucas Valadares é militante da Frente de Juventude das Brigadas Populares.

Luciana da Cruz é moradora da Ocupação Dandara, integrante do Conselho Municipal da Juventude de Belo Horizonte  (COMJUVE-BH) e militante do Círculo de Jovens das Brigadas Populares. Também atua como educadora social.

Maria Alice da Silva é psicóloga e coordena o Programa Novas Alianças, executado pela ONG Oficina de Imagens – Comunicação e Educação. É colaboradora da Frente de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente de Minas Gerais.

Monique Cruz integra o Fórum de Juventudes do Rio de Janeiro.

 

CAMPANHAS

“Diz aí – Enfrentamento ao Extermínio da Juventude Negra” é uma série produzida pelo Canal Futura em parceria com grupos e organizações de jovens que trabalham no enfrentamento ao genocídio/extermínio da juventude negra em quatro capitais brasileiras: Rio de Janeiro, São Paulo, Salvador e Pará. A série, de quatro episódios, tem como objetivo promover reflexões acerca do extermínio da juventude negra e apresentar experiências que contribuam para o combate à violência para a diminuição da alta taxa de homicídios de jovens brasileiros, especialmente de negros. O programa estreou na TV em 20 de novembro do ano 2013, Dia Nacional da Consciência Negra.

A campanha Reaja ou será morto! Reaja ou será morta!” é uma articulação de movimentos e comunidades de negros e negras da capital e cidades do interior da Bahia. Mantém interlocução nacional com organizações que lutam contra a brutalidade policial e que atuam em favor da causa anti-prisional e da reparação aos familiares de vítimas do Estado (como execuções sumárias e extra-judiciais) e dos esquadrões da morte, milícias e grupos de extermínio.

Articulada pela Rede FALE em parceria com o Monitoramento Jovem de Políticas Públicas (MJPOP)/Visão Mundial, a campanha “FALE contra a Redução da Maioridade Penal” tem por objetivo ampliar o debate público acerca das violações dos direitos juvenis, sobretudo junto a igrejas e grupos de periferias. A iniciativa prevê ações de mobilização, sensibilização e de incidência política, pressionando o Congresso Nacional para a promoção e defesa dos direitos de crianças e adolescentes e para o fortalecimento das politicas públicas de juventude.

A campanha “Eu Pareço Suspeito?”, de São Paulo, busca contribuir com a luta antirracista no país e sensibilizar juventudes negras e periféricas para o combate às diversas formas de racismo. O esforço é por desconstruir os estereótipos negativos relacionados a jovens negros e pobres. A campanha investe na divulgação de peças publicitárias sob o mote “Eu Pareço Suspeito?”, com a participação de lideranças da militância política e do mundo artístico e esportivo.

“Juventude Marcada Para Viver” é uma campanha pela redução da violência letal contra a juventude negra, realizada pelo Observatório de Favelas e produzida pela Agência Diálogos (formada por alunos e profissionais vinculados à Escola Popular de Comunicação Crítica – ESPOCC, um dos projetos do Observatório). A iniciativa visa chamar atenção da sociedade e do Estado para a necessidade da redução das taxas de homicídios de jovens, além de investir em ações que minimizem a vitimização entre jovens negros. A Campanha se vale de diferentes estratégias, contando com inserções na grande mídia, em veículos alternativos e ações de ‘marketing de guerrilha’.